quinta-feira, 29 de junho de 2017

Elizeth Vieira repudia atendimento prestado na área da saúde pública

 


Na sessão do última dia 02 de junho, a vereadora Elizeth Vieira-PR, demostrou seu grande repúdio pelo que vem acontecendo na saúde no estado do Piauí, onde relatou um caso de um paciente que faleceu por falta de atendimento médico. Elizeth Vieira citou o caso de um paciente que foi atendido no Hospital Norberto Moura, onde tomou a medicação prescrita pelo médico. Depois voltou para casa, em pouco tempo o mesmo paciente retornou novamente ao hospital, onde deixou claro que médico do hospital local não ter nenhuma culpa e informou que o mesmo fez sua parte.

- Mas infelizmente o diretor da HUT não fez a sua parte e nem cumpriu o seu juramento. Todo profissional de saúde faz um juramento, e esse não fez o juramento na época de sua formatura. Houve um caso de um senhor que foi hospitalizado, regulado e liberado a senha e simplesmente o diretor disse que não era para leva-lo. Não traga, não receberemos. Porque são seis vagas e já atendemos nove pessoas, façam o atendimento aí mesmo no Hospital ( De Elesbão Veloso).

A vereadora questionou como agiria o diretor do HUT, caso fosse com alguém de sua família.

- Aí eu pergunto se fosse alguém da família dele, ele diria isso? - Indagou Elizeth

A vereadora demostrou a angustia e frustração da família em perder um seu, sem poder fazer nada.

- Então as pessoas humildes, as pessoas que precisam de um tratamento, a família fica angustiada, ficam desesperados. O paciente poderia até ter morrido caso tivesse sido atendido, mas ao menos a família teria a consciência que fizeram sua parte. Eles tentaram, fizeram de tudo, mas infelizmente foram impedidos de levar a sua pessoa, até receber melhorias. Poderiam até ficar no corredor, mas a família tinha tentado. Mas infelizmente a família ficou de braços cruzados, aguardando a liberação do médico de Teresina, e isso não veio, nem antes e nem depois. - Afirmou Vieira.

Elizeth informou que o paciente não chegou nem mesmo a sair do Hospital Norberto e que orientou a família a procurarem seus direitos junto a justiça.

- Ele não chegou a sair de Elesbão Veloso, o paciente é daqui e ficou no hospital até falecer, pois agora pra ser encaminhado ao HUT, precisa de regulação e uma senha, que inclusive foi liberado. Mas o diretor do HUT, falou para não levar o paciente, ocasião que veio a óbito aqui mesmo no HENM. Orientei a família que procurem o Ministério Público, para buscarem seus direitos, sei que ele não volta mais, nem resolverá o problema, mas isso pode servir de exemplo para outros. Falou Elizeth

A vereadora se mostrou indignada com as medidas adotadas pelos governantes que sempre visam tirar direitos dos mais humildes e frágeis.

- Eu sempre trabalho nessa área e a cada dia a coisa esta ficando mais difícil, para as pessoas mais carentes. Pois até quem tem plano de saúde esta passando por dificuldades e que não tem esta pior. Todas as medidas só atingem as pessoas mais humildes e as que mais precisam. Porque quando um médico, diz não tragam uma pessoa em situação ruim, é preciso ser atendida.

Elizeth Vieira lamenta a família ter aguardado o falecimento do paciente sem nada poder fazer e repudiou todo episodio.

- Ficaram esperando o paciente falecer, por conta do diretor, que não tem sensibilidade e não tem a minima vontade querer salvar vidas ou ajudar alguém, queria só registrar esse repúdio cada vez mais, que a cada dia muda pra prejudicar as pessoas mais humildes.- finalizou Elizeth.

Aparte Pinto Moura

Não é o mesmo caso, mas um caso parecido, o finado Clailton Pereira, conhecido na cidade como Major. Ele teve um acidente, bateu com a cabeça, levei ele pra Teresina, pro HUT. Chegamos lá, falaram que não receberiam o paciente, pois somente com a regulação o paciente não entraria na área de nebulização, pois necessitava de outra senha.

Eu questionei, eu vou voltar com esse paciente pra Elesbão Veloso? Com muita luta, eu consegui, chamaram uma pessoa que é responsável pelo setor, veio falou com médico daqui de Elesbão Velos, e foi aí que resolveram. Mas mesmo o estado de saúde grave eles não queriam receber o paciente.

Mas foi preciso os médicos conversarem para resolver.

Nenhum comentário:
Write comentários